Lendas
Os ídolos que ficaram maiores que os próprios clubes: carreira, recordes, títulos e os jogos que ninguém esquece.
LendasGarrincha: o Anjo de Pernas Tortas que ganhou duas Copas e nunca perdeu com Pelé
Bicampeão do mundo em 1958 e 1962, melhor jogador da Copa do Chile, ídolo do Botafogo e dono do drible mais temido do futebol. O perfil de Garrincha, a Alegria do Povo, que nunca perdeu um jogo da seleção ao lado de Pelé.
LendasCareca: do Guarani campeão ao Napoli de Maradona, o centroavante dos 394 gols
Campeão brasileiro aos 17 anos com o Guarani, artilheiro do Brasileirão de 1986 pelo São Paulo, vice-artilheiro da Copa do México e parceiro de Maradona no Napoli campeão italiano. O perfil de Careca, o camisa 9 elegante que encantou Brasil e Itália.
LendasRomário: o Baixinho que decidiu a Copa de 94 e fez mil gols
Melhor do mundo em 1994, Bola de Ouro da Copa dos Estados Unidos, artilheiro de Vasco, Flamengo, PSV e Barcelona e dono do milésimo gol mais famoso do futebol brasileiro. O perfil de Romário, o centroavante que fez da pequena área um território privado.
LendasRaí: o capitão do São Paulo campeão do mundo em 1992 e ídolo do Paris Saint-Germain
Capitão do São Paulo de Telê Santana, bicampeão da Libertadores (1992 e 1993) e campeão mundial de 1992, ídolo do PSG e campeão do mundo com a seleção em 1994. O perfil de Raí, o meia que marcou duas vezes na final do Mundial e carregou o peso de ser irmão de Sócrates.
LendasSócrates: o Doutor que jogou de calcanhar e mudou o Corinthians para sempre
Médico, capitão da seleção de 1982, ídolo do Corinthians e líder da Democracia Corintiana. O perfil de Sócrates, o craque que fez 172 gols pelo Timão, encantou o mundo na Copa de 82 e provou que futebol também podia ser política.
LendasRivaldo: a Bola de Ouro de 1999, o penta de 2002 e a bicicleta mais famosa do Camp Nou
Melhor jogador do mundo em 1999, 130 gols pelo Barcelona, campeão do mundo em 2002 e dono de um dos hat-tricks mais lembrados da história, contra o Valencia. O perfil de Rivaldo, o canhoto de Recife que jogou até os 43 anos.
LendasRonaldinho Gaúcho: o mágico que fez o Bernabéu aplaudir de pé
Bola de Ouro e melhor do mundo em 2005, campeão da Champions com o Barcelona, campeão do mundo em 2002 e da Libertadores de 2013 com o Atlético-MG. O perfil de Ronaldinho Gaúcho, o craque que jogava sorrindo e transformou drible, passe e falta em espetáculo.
LendasAlex de Souza: o craque que a Copa perdeu e a Turquia transformou em estátua
Meia de Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo, campeão da Libertadores de 1999 e da tríplice coroa de 2003, Alex ficou de fora da Copa de 2002 e virou ídolo máximo do Fenerbahçe, com 171 gols em 344 jogos e uma estátua em Istambul. Hoje, é técnico e fala sem rodeios dos jogadores atuais.
LendasPelé: três Copas, mil gols e os recordes do Rei do Futebol
O único jogador tricampeão mundial, autor de 1.279 gols em 1.363 jogos, 77 deles pela seleção, e dono do Santos que ganhou a Libertadores e o Mundial duas vezes. O perfil de Pelé, dos 17 anos na Copa de 1958 ao adeus no Cosmos, em 1977, com os recordes que ele criou.
LendasRonaldo Fenômeno: 414 gols, dois títulos mundiais e a maior redenção do futebol
414 gols em 616 jogos, 62 pela seleção, 15 em Copas do Mundo, o pentacampeonato de 2002 e passagens por sete clubes, de Cruzeiro e PSV a Barcelona, Inter, Real Madrid, Milan e Corinthians. O perfil do atacante que redefiniu o que um centroavante podia fazer — e que ressurgiu de duas lesões gravíssimas.
LendasZico: 508 gols pelo Flamengo, o Mundial de 81 e o brasileiro que ensinou o Japão a jogar
508 gols pelo Flamengo, quatro títulos brasileiros, a Libertadores e o Mundial de 1981, três Copas do Mundo e uma segunda carreira que mudou o futebol japonês. O perfil do Galinho, o maior ídolo da história rubro-negra — dos recordes à carreira depois dos gramados.
LendasRogério Ceni: o goleiro de 131 gols que virou sinônimo de São Paulo
1.237 jogos, 131 gols, 18 títulos e três quadros no Guinness. A história do goleiro que passou 25 anos no São Paulo, do quarto reserva aos 17 anos à despedida de 2015 no Morumbi lotado — com os recordes, os jogos que ninguém esquece e o que os outros goleiros diziam dele.